Na busca feminina pela valorização e reconhecimento da sociedade, a mulher atleta surge como símbolo de uma figura moderna, com características de personalidade como: garra, perseverança, determinação e uma capacidade de superação de limites que vem alterando antigos padrões e papéis sociais.
Crenças tradicionais prescreviam que o cançaso físico da competição, derivado da prática do esporte, eram contrários à natureza da mulher.
Foi só após a eclosão do movimento feminista, por volta da década de 70, quando se questionou a condição da mulher, que o número de mulheres que praticavam atividade física cresceu significativamente. Com o declínio da domesticidade feminina, o padrão de fragilidade começa a ceder terreno a um novo ideal, mais adequado a noção de “MULHER ATIVA” que começa a construir-se nas primeiras décadas do século XX.
O corpo feminino, antes pensado sob perspectiva de corpo frágil, fraco, agora tornou-se capaz de utrapassar limites, atingir marcas e suportar a dor. O modelo de mulher frágil já é coisa do passado, principalmente no cenário esportivo. A tendência feminina no esporte é de ultrapassar os limites psicológicos, de força e resistência.
Atualmente a mulher enfrente uma dupla jornada, na esfera pública e privada. Além do papel doméstico, fundamental no gerenciamento da família e do lar, passou a ter papel importante no mercado de trabalho.Através do esporte as mulheres também reformulam a idéia sobre seu corpo, suas formas e suas e suas capacidades, alterando frontreiras e parâmetros. Elas extraem de seus corpos a força, a resistência e a capacidade de superação. E o esporte junto a prática das atividades físicas se torna um terreno fértil para a mulher definir outras formas de ser “MULHER”.
No entanto, a luta feminina por maior liberdade, espaço e reconhecimento veio acompanhada por uma sobrecarga psicológica. Atualmente as mulheres se dividem em diferentes papéis, exigindo de si mesmas cumprir todos eles da melhor maneira possível, o que vem gerando muitos conflitos emocionais e prejuizos afetivos. Além do estress psicológico que a mulher está submetida, ela também fica vulnerável ao estress físico. Biologica e psicologicamente, mulheres funcionam diferente dos homens. Enquanto a mulher é cíclica e influênciada pela flutuação dos seus hormônios, o homem é linear. Estas flutuações hormonais influênciam o humor, o desenpenho, intelectual, sexual e esportivo e até o comportamento alimentar, e caracterizam o ritmo biológico da mulher. O universo feminino, portanto, é um ciclo que tem fases ao longo do mês, favorecendo uma inconstância emocional.
Frequentemente a mulher é afetada por modificações de humor, irritação e ansiedade, caracterizando a Síndrome ou Tensão Pré-mestrual, a TPM. Ela é resultado de um complexo de fatores fisiológicos, incluindo desequilíbrios hormonais e alterações em neurotransmissores e vem acompanhada do estress ambiental gerado pela exigência dos diferentes papéis de mulher atual.
skip to main |
skip to sidebar
domingo, 7 de março de 2010
De Olho no Twitter!
Categorias
- Aeróbica (1)
- Localização (1)
- maior idade (1)
- nutricão (1)
- RECEITAS (1)
- Team Brasil (1)
- Treinamento (4)
- WORKOUT TEAM ÍNDICA (1)
1 comentários:
Muito bom essa artigo!
Postar um comentário